A anemia ferropriva, conhecida como falta de ferro, é uma das deficiências alimentares-nutritivas mais comuns. Muito disso está ligado ao fato do padrão alimentar moderno ser pouco nutritivo e muito baseado em alimentos pré-prontos ou de origens de baixa qualidade. E muitas vezes, mesmo o ainda não estando com anemia, já percebemos a carência de ferro na realização de exames mais minuciosos dentro da medicina preventiva.
Ainda, em certos momentos da nossa vida nós precisamos de quantidades maiores de ferro como durante a gestação para o correto desenvolvimento do feto, mesmo sem apresentarmos a presença da anemia propriamente dita.
Por isso, o principal grupo afetado pela deficiência de ferro são as mulheres, visto que nós mulheres perdemos quantidades de ferro através do período menstrual. Com as crianças também devemos ficar atentos pois em fase de desenvolvimento, o organismo precisa de quantidades maiores desse nutriente.
O que é o ferro e qual a sua importância?
O ferro é um mineral essencial para o funcionamento do organismo. Ele é responsável pela produção de hemoglobina, proteína dos glóbulos vermelhos do sangue. E por atuar nessa produção, o ferro se torna responsável por viabilizar o transporte de oxigênio para as células do corpo, permitindo que os processos metabólicos aconteçam.
Além da hemoglobina, o organismo também precisa de ferro para produzir mioglobina, proteína que armazena o oxigênio nos tecidos musculares.
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Dessa forma, podemos dividir o ferro em duas categorias: o ferro heme é aquele encontrado em alimentos de origem animal, como a carne. Ele é mais facilmente absorvido pelo corpo. Já os alimentos de origem vegetal são ricos no ferro não-heme. Este, que por sua vez, tem uma absorção mais difícil porque sofre interferências de outros nutrientes presentes na dieta.
Por exemplo, consumir alimentos ricos em vitamina C pode afetar a absorção do ferro não-heme.
Quais são os sinais da falta de ferro?
A falta de ferro diminui nossa produção natural de hemoglobina e essa redução traz diversas consequências com sinais muito característicos:
- Fadiga: visto que as células passam a receber uma quantidade menor de oxigênio, você irá se sentir muito fatigado, mesmo que não tenha executado tarefas que demandem tanta energia.
- Tonturas: Além da baixa oxigenação dos músculos, o cérebro também sofre com o mesmo problema e passa a não funcionar de forma adequada. Ainda, é comum também as pessoas sofrerem com dores de cabeça constantes.
- Palidez: com a falta de hemoglobina, ficamos muito mais pálidos, especialmente em regiões como os lábios e gengivas.
- Unhas e cabelos fracos: é curioso repararmos que as unhas podem dar indicadores muito precisos sobre a falta de ferro. Se as suas unhas são bastante frágeis e têm um tipo de depressão no meio, é hora de consultar um médico especialista:
- Problemas de memória e concentração: questão especialmente grave em jovens em desenvolvimento, a deficiência de ferro atrapalha as funções cognitivas e impacta negativamente no desempenho escolar.
Embora a alimentação deva ser a sua principal fonte de vitaminas, nutrientes e minerais, nem sempre é possível conseguir bons níveis de ferro. Por isso, se você se encaixa em um dos sintomas acima, é hora de consultar com um especialista e começar a recuperar a sua saúde ou de alguém que você ama!
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