O que a pílula anticoncepcional faz com o corpo feminino?

A pílula anticoncepcional consiste em um combinado de hormônios sintéticos, ou seja, não naturais. E diferente daquilo que é comumente divulgado pela grande mídia, esse contraceptivo oral não é realmente um combinado de hormônios, justamente por serem sintéticos. Nesse sentido, prefiro compreendê-los como remédios, e não tratamento hormonal. 

E além de serem uma alternativa não-natural, a pílula anticoncepcional já é comprovadamente prejudicial ao organismo da mulher. E você pode tirar a prova disso agora mesmo: é só reparar na bula do medicamento. Lá você poderá constatar os diversos sintomas adversos, bem como os altos riscos de trombose, enxaqueca, náusea, diminuição da libido e ganho de peso. 

Por isso, neste artigo eu irei explicar o que esse medicamento faz com o corpo feminino. 

O que é a pílula anticoncepcional?

A história desse tratamento no Brasil começou em 1962 e foi impulsionado pelo desejo das mulheres em terem um melhor controle de natalidade. Dessa forma seria possível evitar gestações indesejadas sem precisar recorrer ao uso de preservativos. 

Porém, com a propagação em massa do método contraceptivo os seus efeitos colaterais foram quase completamente ignorados pela indústria farmacêutica.

Para começar, eles são compostos, basicamente, de hormônios similares ao estrogênio e progesterona. Dentre os mais comuns usados na indústria temos o Etinilestradiol, o Acetato de Medroxiprogesterona, a Ciproterona, entre diversos outros. 

E embora elas sejam sim altamente capazes de evitar uma gestação, talvez não seja a melhor ideia apostar nesse método. 

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O que a pílula anticoncepcional faz?

Basicamente, a combinação do estrogênio e da progesterona inibe a liberação do óvulo. 

É como se os hormônios sintéticos “enganassem” o cérebro para que a hipófise não libere FSH (Folículo Hormônio Estimulante) e LH (Hormônio Luteinizante), visto que os níveis de estrogênio e progesterona foram aumentados. 

E é justamente a ausência de FSH e de LH  que impede o desenvolvimento dos folículos ovarianos e por consequência, da gestação. 

Porém, como eu comentei no início deste artigo, esse medicamento oferece muitos riscos. Dentre eles, gostaria de destacar o efeito supressor. 

Usar pílulas anticoncepcionais é uma forma de suprimir a produção hormonal natural que a mulher deve produzir, o que leva o seu corpo a um estado de menopausa química. E é esse estado que causa aquela lista de efeitos colaterais listados na bula do remédio. 

Dentre os sintomas que você pode experienciar, listo os seguintes:

  • Depressão
  • Ganho de peso
  • Dores de cabeça e enjôos 
  • Aumento da pressão
  • Diminuição da capacidade de produção hormonal da tireoide e dos ovários

Alternativas mais seguras

Quem me segue nas redes sociais ou já acompanha o blog há mais tempo sabe que eu desaconselho o uso deste medicamento. Isso porque, já existem métodos contraceptivos tão eficazes quanto que não agridem o organismo. 

Um exemplo disso é o DIU de cobre ou prata (eu mesmo uso o DIU de prata). Método contraceptivo altamente eficaz e seguro. Esse método contraceptivo é reversível e é um dos mais usados no mundo segundo a OMS. 

Porém, aqui no Brasil, devido à prescrição descontrolada da pílula anticoncepcional, apenas 5% das mulheres opta pelo DIU. 

Por mais que a indústria venda os anticoncepcionais como uma solução fácil e acessível, é muito importante  que você mantenha o seu senso crítico ao ouvir isso. Ainda, lembre-se que a sua saúde está em jogo e que você tem opções! 

Espero que esse artigo tenha ajudado a tirar suas dúvidas sobre esse contraceptivo. Mas se você tem dúvidas e quer saber mais sobre saúde da mulher, longevidade e bem-estar, o link para me seguir nas redes sociais está logo abaixo.

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